A partir de 26 de maio de 2026, sua empresa pode ser multada em até R$ 6.708,08 por trabalhador exposto a riscos psicossociais não gerenciados. A NR-1 deixou de ser pauta de RH e virou exposição jurídica direta da diretoria.

⚠️ O que muda em 26/05/2026 A Portaria MTE nº 1.419/2024 (regulamentada pela Portaria 765/2025) tornou obrigatória a inclusão dos Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho (FRPRT) no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) — no mesmo patamar dos riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos. Termina o período educativo. Começa a fiscalização punitiva da Auditoria-Fiscal do Trabalho.

O custo de não fazer nada

Não é mais sobre cumprir uma norma. É sobre o que sua empresa enfrenta sem o PGR atualizado:

R$ 6.708,08
multa por trabalhador exposto, ausência de avaliação psicossocial
+67%
crescimento de afastamentos por transtornos mentais entre 2023 e 2024 (Min. Previdência)
440 mil
trabalhadores afastados em 2024 por ansiedade, depressão e burnout
Nexo causal
empresas sem PGR atualizado têm culpa presumida em ações trabalhistas por adoecimento mental

O Ministério Público do Trabalho não espera maio de 2026 — já abre inquéritos civis em setores de alta incidência de adoecimento mental (saúde, telemarketing, tecnologia, bancário).

O que a NR-1 efetivamente exige

A norma não pede uma palestra de bem-estar. Pede um processo documentado de gestão de risco. Programas voluntários de qualidade de vida não substituem a avaliação dos FRPRT — esse é o erro mais comum hoje.

Sua empresa precisa demonstrar, com documentação formal:

  • Identificação dos fatores de risco psicossocial (sobrecarga, pressão, assédio, falta de autonomia, desequilíbrio esforço-recompensa, falhas de comunicação, conflitos)
  • Avaliação com metodologia validada — não basta menção genérica
  • Plano de ação com medidas de prevenção e controle, responsáveis e prazos
  • Monitoramento contínuo da eficácia das medidas
  • Participação dos trabalhadores registrada no processo
  • Inclusão formal de tudo no PGR ou na Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP)

O SatPsy é o processo, não um questionário

Existem ferramentas que aplicam um questionário e devolvem um gráfico. Isso não é gestão de risco — é dado solto. O SatPsy é a metodologia estruturada da Satmed para que sua empresa chegue a 26 de maio de 2026 com PGR auditável.

Como funciona

  1. Mapeamento dos GHEs (Grupos Homogêneos de Exposição) por função e setor — base técnica do PGR
  2. Aplicação de instrumento validado (Job Stress Scale / Karasek, ou COPSOQ-BR conforme o caso) com anonimato real e proteção de identidade dos trabalhadores
  3. Análise nas 8 dimensões psicossociais alinhadas à NR-1 e ISO 45003: carga, autonomia, relações, liderança, reconhecimento, violência, conciliação, organização
  4. Classificação por nível (Baixo → Crítico) com identificação dos GHEs prioritários
  5. Plano de ação técnico com medidas concretas — não recomendações genéricas — e responsáveis definidos
  6. Documentação integrada ao PGR no formato exigido pela Auditoria-Fiscal

Por que com a Satmed

A Satmed não é uma startup de saúde mental que descobriu a NR-1 ano passado. Somos uma empresa de saúde ocupacional há 30 anos, atendendo PCMSO e PGR no mesmo padrão técnico que o MTE fiscaliza. O SatPsy nasce dessa prática — não de uma planilha bonita.

  • Equipe técnica de medicina e segurança do trabalho
  • Anonimização real (k≥5 nos relatórios) — proteção LGPD efetiva, não declarativa
  • Integração nativa ao PGR e PCMSO já existentes
  • Documentação que sustenta defesa em fiscalização e contencioso